Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Com 14 mortes e aumento de casos, síndrome respiratória sobrecarrega unidades de saúde do oeste paulista

    há 9 horas

    Hospitais do Oeste Paulista enfrentam sobrecarga com avanço das doenças respiratórias O aumento de casos de síndrome respiratória grave, que já provocou 14 mortes em 2026, sobrecarrega o sistema de saúde do oeste paulista. Municípios vem operando com lotação máxima, conforme apuração da TV TEM. Em algumas cidades, houve aumento de mais de 200% nos casos. O tempo seco e a oscilação da temperatura, característicos do inverno na região de Presidente Prudente, pressionam o atendimento nas Santa Casas e prontos-socorros. Há previsão de mudança de temperaturas para os próximos dias (leia mais abaixo). 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Números da Secretaria Estadual da Saúde mostram que cresceu a incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que reúne os casos mais graves de infecções respiratórias e exigem hospitalização,. Em Rancharia, o cenário preocupa: dos 105 leitos disponíveis, a ocupação está elevada, com a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Reprodução/Google Maps Na região, somente neste ano, Presidente Prudente lidera em número absoluto de registros, com 46 casos e quatro mortes. Rosana chama a atenção pela maior incidência proporcional: são 14 casos, três óbitos e taxa de 82,83 casos para cada 100 mil habitantes. Confira os números de casos e de mortes por síndrome respiratória na região: Presidente Prudente Casos: 46 Mortes: 4 Rosana Casos: 14 Mortes: 3 Dracena Casos: 15 Mortes: 2 Pirapozinho Casos: 4 Mortes: 1 Presidente Venceslau Casos: 4 Mortes: 1 Quatá Casos: 3 Mortes: 1 Euclides da Cunha Paulista Casos: 1 Mortes: 1 Paulicéia Casos: 1 Morte: 1 LEIA TAMBÉM: Tempo seco e frio favorecem coceira nos olhos; hábito pode contribuir para doenças, alertam especialistas do interior de SP Bombeiros fazem buscas por homem que desapareceu há três dias no Rio Paranapanema em Iepê Falta de identificação de infratores trava aplicação de lei que recompensa denúncias de lixo irregular, apesar de 170 queixas Lotação nas unidades de saúde Em Rancharia, município que costuma registrar algumas das menores temperaturas da região, o movimento no Pronto-Socorro do Hospital e Maternidade segue acima do normal. O presidente da unidade, Nelson Coletto, ressalta que a situação está sob controle e que, até o momento, nenhum paciente precisou ser transferido por falta de vaga. Ainda assim, o cenário preocupa: dos 105 leitos disponíveis, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e a ala de observação operam com lotação máxima. Fernando Costa Moraes, médico do pronto-socorro de Rancharia, reforça a atenção para a situação clínica. “No inverno, a gente tem realmente uma sobrecarga, um aumento de demanda importante nos casos de doenças respiratórias”, diz. Devido a este aumento, há possibilidade de os casos serem atendidos na UTI, como infecções e complicações das doenças pulmonares obstrutivas crônicas, no caso da asma, explica o especialista. Vacina disponível no SUS é aplicada em gestantes para proteger bebês de doenças respiratórias graves Reprodução/TV Globo Aumento de casos na região O da demanda pelo serviço de saúde não é exclusivo de Rancharia. Na Santa Casa de Martinópolis, a ocupação chega a 80% dos leitos de internação, impulsionada principalmente pelo crescimento de pacientes com doenças respiratórias nesse período. Em Álvares Machado, os dados consolidados entre março e meados de julho evidenciam o impacto do período de frio na saúde da população. Os casos de pneumonia passaram de nove registros em março para 27 entre junho e julho, um aumento de 200%. Já os atendimentos por infecções das vias aéreas superiores, como faringites, laringites e sinusites, cresceram de 27 para 95 casos no mesmo período, alta de 252%. A equipe de enfermagem da Santa Casa de Álvares Machado destaca que o avanço dos casos acompanha a maior circulação de vírus durante o inverno. Por causa disso, os servidores reforçam a necessidade de manter os cuidados preventivos. Mudança de tempo: previsão é de chuva para o oeste paulista Beatriz Jarins/g1 Mudança de temperatura Moradores da região de Presidente Prudente podem sentir as mudanças de temperatura a partir desta quarta-feira (22), com possibilidade de muitas nuvens e chuva isolada ao longo do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As temperaturas mínima e a máxima devem ficar entre 19 °C e 33 °C, respectivamente. Já para esta quinta-feira (23), a virada do tempo deve ser mais intensa na região, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. As temperaturas devem ficar entre 17 °C e 27 °C. Na sexta-feira (24), a situação prevista continua no oeste paulista, com muitas nuvens e pancadas de chuva. As temperaturas variam de 17 °C a 26 °C. No sábado (25), há chances de haver calor, em comparação aos outros dias, chegando a 29 °C. Como reduzir o risco de doenças respiratórias Ao g1, a tenente Ludmyla Alcantara, diretora-adjunta de Comunicação da Defesa Civil do Estado de São Paulo, destacou a necessidade de as pessoas tomarem cuidado com a incidência do tempo seco nesta época do ano. "É importante manter-se hidratado e deixar os ambientes bem ventilados, justamente para evitar a proliferação de vírus nesse período em que as pessoas tendem a manter as casas fechadas", recomenda a tenente. Outra sugestão é sempre deixar uma fresta aberta para permitir a circulação de ar. “Também é importante manter o ambiente um pouco mais úmido, utilizando umidificadores, quando possível”, explica a agente da Defesa Civil. Caso não haja umidificador, a recomendação é colocar um recipiente com água no cômodo ou pendurar uma toalha úmida para ajudar a aumentar a umidade do ambiente. Crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como asma e bronquite, estão entre os grupos mais vulneráveis durante o inverno. Para diminuir o risco de complicações, especialistas recomendam: Manter boa hidratação para evitar o ressecamento das vias respiratórias. Deixar os ambientes ventilados, abrindo janelas sempre que possível. Lavar as mãos com frequência ou utilizar álcool em gel. Manter a vacinação contra a gripe (Influenza) em dia. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Marinha do Brasil interdita balsa que faz travessia em distrito de Laranjal Paulista por 'riscos graves' à segurança
    Artigo Seguinte
    Animais silvestres resgatados em apreensões da polícia são reabilitados em zoobotânico no noroeste de SP

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário