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    ‘Foi extremamente cruel’, diz ex-patroa sobre morte de homem que morreu após ser agredido em lanchonete

    19 hours ago

    Jovem morre após briga em lanchonete de Valparaíso de Goiás O jovem Alessandro Rodrigues, de 28 anos, que morreu após ser agredido durante uma briga em uma lanchonete em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, estava dormindo nas proximidades do estabelecimento enquanto procurava um novo lugar para morar, segundo a ex-patroa dele, Érica Cristina. Ela afirmou que o jovem havia deixado temporariamente a quitinete onde morava após um desentendimento com a proprietária do imóvel por causa de barulho. Jovem morre após ser agredido ao pedir dinheiro a cliente em lanchonete de Goiás; vídeo Em entrevista ao repórter Rodrigo Melo, do jornal O Popular, a empresária, que é dona de uma hamburgueria onde Alessandro trabalhou como chapeiro por cerca de três anos, descreveu o ex-funcionário como uma pessoa "excepcional", disse que ele não era violento e afirmou estar indignada com a forma como ele foi tratado. "O que fizeram com ele foi extremamente cruel. As pessoas estão revoltadas porque foi uma banalidade absurda", afirmou. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Goiás no WhatsApp O caso aconteceu na madrugada de segunda-feira (20), em uma lanchonete localizada dentro de um posto de combustíveis, em Valparaíso de Goiás. Imagens de câmeras de segurança exibidas pela TV Anhanguera mostram o momento em que a confusão começa (veja o vídeo acima). De acordo com apuração da TV Anhanguera, Alessandro entrou no estabelecimento por volta das 4h30 e pediu dinheiro a um cliente que estava no caixa. O cliente negou o pedido e, em seguida, teve início a confusão. Alessandro Rodrigues, de 28 anos, morreu após ser agredido em uma lanchonete em Valparaíso de Goiás. Reprodução/TV Anhanguera Funcionário exemplar Segundo Érica, Alessandro não estava em situação de rua e possuía um contrato de aluguel que comprovaria que apenas havia deixado temporariamente a quitinete onde morava. A empresária afirmou que o ex-funcionário era muito querido por todos e destacou que ele sempre foi responsável no trabalho, sem histórico de violência ou furtos. "Ele era extremamente responsável com o trabalho e nunca apresentou comportamento violento ou cometeu qualquer furto. Nunca sumiu uma balinha minha", afirmou. Érica contou ainda que confiava tanto em Alessandro que o deixava sozinho em sua casa para realizar serviços de limpeza. Família aguarda laudo Sobre a confusão na lanchonete, Érica acredita que Alessandro não invadiu o estabelecimento e que, possivelmente, entrou apenas para pedir comida, algo que, segundo ela, já havia acontecido outras vezes por ele ser conhecido dos funcionários. A ex-patroa também questionou a hipótese de que o jovem tenha morrido em decorrência de um infarto e acredita que a causa da morte possa ter sido outra. "O Alessandro era muito bom de saúde, nunca passou mal. Ele não infartou", declarou. Segundo Érica, a família já prestou depoimento à Polícia Civil e agora aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML), que deverá apontar a causa exata da morte. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
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