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    Funerária condenada a pagar indenização após acidente durante o transporte teve de levar corpo de volta para troca de caixão e atrasou velório, diz advogado

    6 hours ago

    4º juizado de Anápolis, em Goiás Reprodução/ Instagram TJGO Anápolis Uma funerária condenada a pagar indenização por danos morais após um acidente durante o transporte precisou levar o corpo de volta à clínica funerária para colocá-lo em outro caixão, segundo a defesa da família. O incidente atrasou o velório e deixou os familiares ainda mais abalados. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O g1 entrou em contato com a Primafe Assistência Familiar Ltda., conhecida como Primavera Fênix, mas a empresa não respondeu aos questionamentos até a publicação desta reportagem. Ao g1, o advogado Lucas de Carvalho Benitez, que representa a família, disse que dois funcionários transportavam a urna até o local da cerimônia quando perderam o controle do carrinho ao passar por uma rampa de acesso ao velório. “Caiu de um carrinho que é usado para carregar o caixão. Quebrou toda a parte de baixo e o caixão ficou quebrado no chão”, disse. Após o acidente, o corpo precisou retornar à clínica funerária, onde foi colocado em outro caixão. Segundo o advogado, o procedimento provocou atraso no velório. LEIA TAMBÉM: Funerária é condenada a pagar indenização após caixão cair durante o transporte e quebrar Carro funerário deixa caixão cair em Anápolis; vídeo Caixão cai de carro funerário e fica no meio de avenida em Goiás; vídeo Decisão O caso aconteceu em 2 de julho de 2026. A ação foi movida pelo filho do homem, representado pelo advogado que atua na área de Direito do Consumidor. Inicialmente, a família pediu R$ 20 mil em indenização por danos morais, mas a Justiça fixou o valor em R$ 5 mil. A decisão foi proferida em 5 de outubro pelo juiz Glauco Antônio de Araújo, do 4º Juizado Especial Cível da comarca de Anápolis. Na sentença, o magistrado considerou configurada a falha na prestação do serviço. Segundo a decisão, a funerária não compareceu à audiência de conciliação e não apresentou defesa no processo. A sentença ainda cabe recurso. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
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