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    IFMG Ouro Preto denuncia ameaça e discurso de ódio em grupo de estudantes no WhatsApp

    há 21 horas

    Montagem de fotos com prints do grupo 'IFMG com Flávio Bolsonaro' Redes sociais A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um procedimento investigatório para apurar o envio de mensagens com ameaças e discursos de ódio em um grupo de WhatsApp de alunos do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) Ouro Preto, na Região Central, chamado "IFMG com Flávio Bolsonaro". O IFMG também denunciou o caso para a Polícia Federal. No boletim de ocorrência registrado pela direção do instituto, consta que participantes do grupo "estariam utilizando expressões de ódio, incitação à violência, ofensas e ameaças direcionadas a estudantes e professores com posicionamento político divergente". ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Segundo o registro policial, uma enquete foi criada no grupo com o seguinte questionamento: "O que fazer com petista?". E as opções de respostas eram: "queimar vivo", "cortar pescoço" e "cortar um dedo". Prints de mensagens a que o g1 teve acesso mostram, ainda, uma figurinha com a imagem de uma arma e de munições com a frase "cura para LGBT", além de um integrante do grupo dizendo que "isso aí só resolve com fuzilamento", ao se referir ao vídeo de uma pessoa com posições divergentes. Agora no g1 Em nota divulgada nas redes sociais, o IFMG afirmou que, além de denunciar o caso para a polícia, acionou os órgãos de segurança pública das esferas estadual e federal para "conhecimento dos fatos, adoção das providências pertinentes e apuração de eventuais responsabilidades". O instituto declarou, ainda, que os estudantes já identificados serão chamados a prestar os esclarecimentos necessários e "responderão aos procedimentos cabíveis". "A situação ultrapassa os limites da convivência institucional e exige, de toda a comunidade, uma postura coletiva de respeito, cuidado e responsabilidade. Qualquer pessoa que se sinta ameaçada ou que tenha sido diretamente afetada pelos fatos é orientada a buscar seus direitos junto às autoridades competentes". Vídeos mais vistos no g1 Minas:
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