Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Mendonça determina a exclusão de propaganda de Lula que aponta cortes em programas sociais em caso de vitória de Flávio Bolsonaro

    20 hours ago

    André Mendonça no TSE Leobark Rodrigues/Secom/TSE O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (13) a suspensão de peça de propaganda eleitoral do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que associa a política fiscal de um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) a cortes em programas e benefícios sociais. Na decisão, o ministro disse que as medidas do plano de governo de Flávio Bolsonaro “preveem expressamente a manutenção e o aperfeiçoamento dessas políticas, com aprimoramento da gestão, correção de distorções e combate a fraudes, assegurando que os beneficiários não perderão o auxílio estatal”. Mendonça afirmou ainda que a expressão “tesouraço”, utilizada por Flávio Bolsonaro, refere-se "exclusivamente à redução da estrutura administrativa estatal, mediante corte de ministérios, cargos comissionados, despesas administrativas, penduricalhos e supersalários com o objetivo de equilibrar as contas públicas e reduzir a carga tributária, não havendo qualquer previsão de supressão ou redução de programas sociais". As publicações mencionadas alvo da decisão de Mendonça foram feitas em 6 de outubro e relacionaram a política fiscal de um eventual governo de Flávio Bolsonaro a cortes em programas como Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida e Mais Médicos, além de possíveis prejuízos a ações de combate ao câncer, de prevenção de desastres e à merenda escolar. Mendonça avaliou ainda que "é certo que programas de governo não constituem garantia absoluta de implementação futura das medidas anunciadas" e que "também é legítimo que adversários políticos questionem a viabilidade dessas propostas ou apontem eventuais contradições entre promessas eleitorais e posições anteriormente defendidas". "O que não se mostra admissível, contudo, é converter a mera possibilidade de divergência entre promessas e futuras ações governamentais em afirmação categórica de que direitos e benefícios determinados serão suprimidos, sem a indicação de elemento concreto que sustente semelhante conclusão", diz o ministro na decisão.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Cinco bairros de Macapá ficam sem água por seis horas para reparo na rede nesta quarta (14)
    Artigo Seguinte
    Apoiadores de Lula fazem ato em Porto Alegre

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário