Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Ministério Público Eleitoral pede impugnação da candidatura de Adjuto Afonso por doação ilegal

    7 hours ago

    MPE pede impugnação da candidatura de Adjuto Afonso: pedido tem como base doação eleitoral O Ministério Público Eleitoral pediu à Justiça Eleitoral a impugnação do registro de candidatura a deputado estadual do atual presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Adjuto Afonso (União Brasil), nas eleições de 2026. O pedido é baseado em uma condenação definitiva por doação eleitoral acima do limite permitido pela legislação. A ação tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). Nas eleições de 2020, Adjuto Afonso doou R$ 75 mil para a campanha do filho Diego Afonso, então candidato a vereador de Manaus. Segundo a Justiça Eleitoral, o parlamentar poderia ter doado até R$ 57.306, valor correspondente a 10% dos rendimentos brutos declarados por ele no ano anterior à eleição. A doação, portanto, ultrapassou o limite legal em R$ 17.694. Por causa da irregularidade, Adjuto Afonso foi condenado ao pagamento de multa de R$ 10.500. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A condenação foi proferida pela 1ª Zona Eleitoral de Manaus em abril de 2023. Em abril de 2024, o TRE-AM manteve a decisão por unanimidade. Depois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou um recurso apresentado pela defesa. O processo transitou em julgado em 10 de março de 2025, quando não havia mais possibilidade de recurso. A Rede Amazônica questionou a assessoria do deputado Adjuto Afonso, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O Ministério Público Eleitoral baseia o pedido na Lei das Inelegibilidades. A legislação prevê impedimento de oito anos para pessoas físicas responsáveis por doações eleitorais consideradas ilegais por decisão colegiada ou transitada em julgado. A eventual inelegibilidade, no entanto, não foi declarada no processo que aplicou a multa ao deputado. Na ocasião, a Justiça Eleitoral determinou que a existência ou não de inelegibilidade deveria ser analisada em um eventual pedido futuro de registro de candidatura. É essa análise que ocorre agora. O TRE-AM vai decidir se a condenação por doação acima do limite legal impede Adjuto Afonso de disputar a eleição. O deputado tem sete dias para apresentar defesa. Até a publicação desta reportagem, o pedido de impugnação não foi julgado. Adjuto Afonso. Acervo Aleam
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Cardiologista é solto pela Justiça após prisão por suspeita de feminicídio da esposa em Campo Grande
    Artigo Seguinte
    Operação policial cumpre mais de 100 mandados contra suspeitos de extorsão, tráfico e homicídios no Pará

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário