Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Mulher de 38 anos que fingiu ter 12 é condenada por estelionato e falsa identidade; veja penas

    14 hours ago

    Vídeo mostra como mulher de 37 anos fingia ter 12 e agia como criança Amanda Maria Souza de Oliveira, a mulher de 38 anos que fingiu ter 12 e enganou uma família em Joinville, no Norte de Santa Catarina, foi condenada nesta quinta-feira (20) por estelionato e falsa identidade. Ela recebeu a pena de um ano, seis meses e 10 dias em regime inicial semiaberto. A sentença manteve a prisão preventiva dela. O g1 entrou em contato com os advogados da condenada e não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Como foi audiência de Amanda Como busca na internet levou ‘tia’ a desmascarar mulher Mulher 'sequestrou emocionalmente a família', diz polícia Amanda Maria Souza de Oliveira em imagem cedida pela assistente social Delma Soares, se passando por uma adolescente de 12 anos. Arquivo Pessoal Pelo entendimento do Poder Judiciário, Amanda criou uma identidade fictícia e, durante cerca de 14 meses de convivência, foi tratada como filha e recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados, até que a história foi descoberta. De acordo com a sentença, a mulher inicialmente teria se apresentado como adulta e, posteriormente, passado a afirmar que era adolescente. Com a identidade falsa, aproximou-se da família e relatou situações de vulnerabilidade, inclusive com histórico de abusos, problemas de saúde e abandono familiar. Entre as provas juntadas ao processo estão: laudo de celular apreendido depoimentos das vítimas e testemunhas admissão da acusada de que usada nome e idade falsos Com o golpe, a acusada obteve o custeio integral da própria sobrevivência enquanto morou com a família. O juízo também considerou a repercussão social do caso e os impactos emocionais e familiares decorrentes da situação, especialmente em razão do vínculo construído entre a ré e as vítimas ao longo de mais de um ano. Para o Poder Judiciário, Amanda agiu de forma consciente para induzir e manter as vítimas em erro.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Hayden Panettiere: equipe planejou intervenção antes da morte da atriz
    Artigo Seguinte
    MP pede bloqueio de R$ 128 mil de médico suspeito de cobrar por cirurgias gratuitas pelo SUS em Piraju

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário