Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Operação mira quadrilha que usava estrutura da Polícia Civil para extorquir de empresários do setor de sucata e reciclagem no RJ

    11 hours ago

    Operação mira quadrilha que usava estrutura da Polícia Civil para extorquir empresários do setor de sucata e reciclagem no RJ O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a Corregedoria-Geral da Polícia Civil (CGPOL), com apoio da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil (SSINTE) iniciou, na manhã desta sexta-feira (4), uma operação contra integrantes de um esquema que, segundo as investigações, utilizava a estrutura da Polícia Civil para extorquir empresários dos setores de sucata, ferro-velho, reciclagem e depósito de resíduos em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Os agentes cumpriram quatro mandados de prisão e cumprem seis mandados de busca e apreensão. As investigações foram conduzidas pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) e a SSINTE. Os dados apontaram que três policiais civis e um quarto homem se apresentavam em empresas alegando realizar fiscalizações e apontando supostas irregularidades administrativas e ambientais para exigir pagamentos dos comerciantes. A ação foi batizada de Operação Anhangá, em referência à figura do folclore indígena brasileiro associada à proteção dos animais e das florestas contra caçadores predatórios. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça De acordo com a denúncia, recebida pela 3ª Vara Criminal de São Gonçalo, os policiais civis, então lotados na 74ª DP (Alcântara), utilizavam viaturas oficiais, armamento e a própria estrutura da corporação para dar aparência de legalidade às abordagens e intimidar empresários durante a cobrança de vantagens indevidas. Investigações apontam que três policiais civis e um quarto homem se apresentavam em empresas alegando realizar fiscalizações e apontando supostas irregularidades para exigir pagamentos. Reprodução / TV Globo Um dos casos investigados ocorreu no dia 19 de agosto, em uma empresa de reciclagem de sucatas. Segundo o MPRJ, os três policiais teriam exigido inicialmente R$ 300 mil para que o estabelecimento não sofresse prejuízos. Posteriormente, o valor teria sido reduzido para R$ 100 mil, parcelados, além da cobrança de R$ 800 mensais. Ainda de acordo com a investigação, não foi encontrada qualquer ordem de serviço, registro de ocorrência ou outro documento que justificasse a fiscalização alegada pelos agentes. O Ministério Público afirma que, no mesmo dia, a vítima transferiu R$ 25 mil para uma conta bancária de outro homem, que também foi denunciado na investigação e é apontado como responsável por receber os valores obtidos pelo grupo. Outra investida descrita na denúncia teve como alvo outra empresa. Segundo o MPRJ, um policial e outros dois homens ainda não identificados abordaram um caminhão da companhia e o seguiram até o depósito, onde teriam se apresentado como policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). No local, o agente teria exigido R$ 20 mil dos responsáveis pelo estabelecimento. Após ouvir que a empresa não tinha a quantia disponível, o valor teria sido reduzido para R$ 15 mil. Nenhum pagamento foi realizado. Segundo o Ministério Público, as investigações indicam que os envolvidos se aproveitavam da função pública e do poder de fiscalização para constranger empresários e obter vantagens financeiras indevidas. Os policiais que atuaram no caso informaram que, ao longo das investigações, os relatos de vítimas e testemunhas mostraram pontos em comum sobre a forma de atuação do grupo. A ação também contou com reconhecimentos fotográficos, imagens de videomonitoramento e comprovante de transferência bancária compatível com a vantagem indevidamente exigida. A Corregedoria-Geral da Polícia Civil informou que atua no controle interno e no combate rigoroso a desvios de conduta. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a extensão dos crimes apurados. A Polícia Civil informou ainda que não compactua com qualquer prática ilícita ou desvio de conduta por parte de seus servidores e atuará com rigor para responsabilizar aqueles que utilizarem o cargo para cometer crimes. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Mulher fica ferida após ser atropelada por viatura da Polícia Civil na calha do BRT em Madureira
    Artigo Seguinte
    Sete sambas seguem na disputa pelo enredo da União de Maricá no Carnaval 2027

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário