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    Operação prende 30 suspeitos de perseguir, ameaçar ou descumprir medidas protetivas de mulheres no RS

    há 1 mês

    Operação prende 30 suspeitos de perseguir, ameaçar ou descumprir medidas de mulheres no RS Reprodução/ RBS TV Uma mobilização das forças de segurança resultou na prisão de 30 suspeitos de violência contra mulheres nesta sexta-feira (31) no Rio Grande do Sul. A ofensiva teve como foco homens investigados por perseguir, ameaçar ou descumprir medidas relacionadas à proteção de ex-companheiras. Além das prisões, foram cumpridos mandados para apreender armas que estavam em posse dos suspeitos. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp As ações integram a Operação Mulher Segura, iniciativa realizada em âmbito nacional para reforçar o combate à violência contra a mulher e reduzir o risco de feminicídios. A operação deve seguir até dezembro. Desde o início da Operação, em junho, mais de 350 agressores já foram presos no Rio Grande do Sul, de acordo com a Polícia Civil. A expectativa das autoridades é ampliar as ações de prevenção e proteção às vítimas nos próximos meses. Violência contra mulher: como pedir ajuda Sinais de alerta Em Porto Alegre, policiais da 1ª e da 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher cumpriram dois mandados de prisão preventiva contra investigados por ameaças e perseguição a ex-companheiras. Em um dos casos, um homem de 26 anos foi preso na residência onde morava, na Zona Sul da capital. De acordo com a Polícia Civil, ele é suspeito de perseguir a ex-companheira de forma recorrente e também de ameaçar divulgar imagens íntimas da vítima na internet. Segundo a investigação, a situação teria causado prejuízos à vida profissional da mulher. Para a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher (Dipam), delegada Waleska Alvarenga, comportamentos de perseguição são considerados sinais de alerta e podem indicar risco de escalada da violência. "É um homem que ele está inconformado, que ele não aceita a autonomia e não aceita a decisão da mulher", explica Alvarenga. Além das prisões, a operação cumpriu 18 mandados de busca e apreensão voltados à retirada de armas de fogo de investigados. Conforme a Polícia Civil, a medida também alcança armamentos regularizados e registrados em nome dos suspeitos. A delegada explicou que a Lei Maria da Penha prevê restrições ao acesso de agressores a armas de fogo devido ao potencial aumento do risco em situações de violência doméstica. VÍDEOS: Rio Grande do Sul
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