Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Paraíba passa a aplicar vacina contra HPV em crianças vítimas de violência sexual a partir dos 2 anos

    7 hours ago

    Doses de vacina contra o HPV TV Globo/ Reprodução A Paraíba passou a oferecer a vacina contra o HPV para crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual. A medida foi adotada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) após recomendação do Ministério da Saúde e prevê a aplicação de uma dose do imunizante, independentemente do sexo da criança. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A vacinação deve ser feita nas salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS), mediante indicação e registro pelo serviço ou profissional de saúde responsável pelo atendimento da vítima. Não é necessário solicitar o imunobiológico por meio de fluxo especial. Antes da ampliação, a estratégia de vacinação contra o HPV para vítimas de violência sexual contemplava pessoas dos 9 aos 45 anos. Com a nova orientação, crianças a partir dos 2 anos também passam a ser incluídas. Agora no g1 Como funciona a vacinação contra HPV Unimed Cuiabá reforça importância da vacina contra HPV na prevenção de câncer. Reprodução A indicação da vacina deve ser feita pelo serviço de referência ou profissional de saúde responsável pelo atendimento da vítima. A condição que fundamenta a vacinação deve ser registrada nos sistemas oficiais, com o código correspondente à situação de violência sexual. Quando aplicável, também deve haver consentimento do responsável legal. A vacinação deve ser registrada como estratégia especial de vacinação, seguindo as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A estratégia utiliza a estrutura já existente no SUS para a vacinação contra o HPV e o atendimento às vítimas de violência sexual. Podem participar serviços de referência, unidades hospitalares, unidades da Atenção Primária à Saúde e centros especializados. O acompanhamento clínico e a vigilância de eventuais eventos adversos devem seguir as normas vigentes do Programa Nacional de Imunizações. A vacina contra o HPV integra o Calendário Nacional de Vacinação desde 2014 e protege contra os tipos virais 6, 11, 16 e 18. A imunização é uma das estratégias de prevenção de doenças associadas ao HPV, incluindo diferentes tipos de câncer e verrugas genitais. Criança vacinada antes da violência não precisa receber nova dose De acordo com a recomendação do Ministério da Saúde, crianças que já tenham recebido a vacina contra o HPV antes da ocorrência da violência sexual não precisam ser revacinadas por causa do episódio. Já a dose aplicada antes dos 9 anos de idade não será considerada para o esquema básico previsto no Calendário Nacional de Vacinação. Nesses casos, a criança deverá ser vacinada novamente posteriormente, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações. A vacinação após uma situação de violência sexual tem caráter preventivo. O imunizante não funciona como tratamento após uma exposição ao vírus, mas pode contribuir para proteger contra tipos de HPV que ainda não tenham sido adquiridos e reduzir o risco futuro de doenças relacionadas à infecção. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    'Eram tudo na minha vida', diz avô de adolescente e criança mortas em carro arrastado pela correnteza no RS
    Artigo Seguinte
    Homem pula no Rio Ribeira, afunda e desaparece no litoral de SP

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário