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    Renan Santos diz que Trump quer controlar terras raras no Brasil e defende Estado de Defesa contra facções

    9 hours ago

    Candidato à presidência pelo Missão, Renan Santos cumpriu agenda de campanha nesta quarta-feira (23), no interior de São Paulo Roberta Galdino/TV TEM O candidato à presidência da República pelo Missão, Renan Santos, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deseja controlar as terras raras do Brasil e defendeu a adoção do Estado de Defesa no país para combater as facções criminosas. O candidato do Missão cumpriu agenda de campanha pelo interior de São Paulo nesta quarta-feira (23). Em Sorocaba (SP), Santos falou para apoiadores, atendeu a imprensa e fez uma caminhada pelas ruas da região central. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Em discurso aos apoiadores, Santos falou sobre influência internacional no Brasil e declarou que o presidente dos Estados Unidos tem interesses no país que não envolvem o combate a organizações como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC), classificadas como narcoterroristas. “Agora esse canalha [Donald Trump] se preocupa com PCC e Comando Vermelho? Isso é mentira. Quem vai resolver o crime organizado no Brasil são os brasileiros. Se houvesse alguma preocupação dele com esse assunto, ele não deixava droga entrar no país dele. O que ele quer é controle sobre as terras raras do Brasil”, alegou. Agora no g1 No pronunciamento, Santos associou o candidato do PL à presidência, Flávio Bolsonaro, a Donald Trump e o presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, ao presidente chinês Xi Jinping. “Aquele canalha do Flávio Bolsonaro, bandido, tem agente do governo americano trabalhando na campanha dele, vagabundo, bandido, canalha. E já está vendendo o que é nosso. Lula já está vendendo o Brasil para a China há muito tempo, tudo lixo. Nós temos a chance de fazer um Brasil sério”. O candidato do Missão disse, também, que “duas quadrilhas estão em primeiro e segundo nas pesquisas” e rejeitou qualquer diálogo com os adversários. “Não há diálogo com quem está na lista do Banco Master. Não há diálogo com ladrão. Nós temos que derrotar esses bandidos. É um absurdo que duas pessoas que deveriam estar presas estão liderando pesquisas no Brasil”, destacou. Ministros do STF Após o discurso, Santos concedeu entrevista coletiva e foi questionado sobre um nome que indicaria ao Supremo Tribunal Federal (STF), se eleito. O candidato informou não ter essa indicação, mas revelou que teria nomes para “tirar” da Corte. “Kassio Nunes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes têm que ser expulsos do STF, sair pela porta dos fundos como pessoas que traíram a institucionalidade brasileira em nome do enriquecimento ilícito”. Em discurso aos apoiadores, Renan Santos disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer controlar as terras raras do Brasil TV TEM/Reprodução Medidas contra facções Santos também foi questionado sobre a adoção de medidas contra integrantes de facções criminosas, como o endurecimento de penas. O candidato do Missão afirmou que o país já possui medidas constitucionais que podem ser utilizadas. “O Brasil tem inúmeros institutos legais, como, por exemplo, o Estado de Defesa, que permite que coloque cidades e determinadas regiões com status especial para que a polícia possa atacar e destruir o crime organizado. E o restante são pequenas alterações como aumento de pena, acabar com a progressão de regime, que é uma fábrica de soltar bandido no Brasil”. Ainda sobre a atuação do crime organizado, Santos disse ser preciso “desmontar as bases operacionais do PCC” no interior de São Paulo. “Temos que destruir a famosa Rota Caipira, que é área de passagem da droga que vem de outros estados, principalmente do Mato Grosso do Sul, cruza o interior, fica em entrepostos e termina no porto de Santos, servindo como exportação para o PCC”. Armamento nuclear O candidato foi perguntado sobre a necessidade do Brasil possuir um armamento nuclear e declarou que, como presidente, criaria uma bomba atômica. “Teríamos que fazer um acúmulo de forças e um realinhamento ideológico brasileiro perante o mundo para que o Brasil se sinta confortável para fazer isso. Teríamos que acumular poder institucional, o Brasil teria que voltar a ter um faturamento de nação grande, investimento em infraestrutura, criação de indústria bélica e reposicionamento global para ter uma arma nuclear”. O candidato encerrou a respondendo sobre um ajuste fiscal que faria para deixar os juros e os impostos mais baixos. “Deixar produtos e serviços mais baratos, e aumentar a capacidade de investimentos dos setores privado e público em infraestrutura, que vai gerar mais emprego, renda e um efeito positivo na economia”, finalizou. Candidato do Missão à presidência, Renan Santos defendeu o uso do Estado de Defesa para combater facções criminosas no país Roberta Galdino/TV TEM Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
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