Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    STJ manda soltar ex-secretária e ex-superintendente da Saúde de Palmas suspeitos de fraudes na gestão de UPAs

    11 hours ago

    Justiça manda soltar ex-secretária e ex-superintendente investigados por fraudes nas UPAs dom, Andreis Vicente da Costa, tiveram um pedio nesta quarta-feira (2) por decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Eles haviam sido presos pela Polícia Civil durante investigações sobre suspeitas de direcionamento, superfaturamento e fraudes em um contrato de R$ 139 milhões para a terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital. A ex-secretária de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, e o ex-superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, tiveram pedidos de soltura expedidos nesta quarta-feira (2) por decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ambos haviam sido presos pela Polícia Civil durante investigações sobre suspeitas de direcionamento, superfaturamento e fraudes em um contrato de R$ 139 milhões para a terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital. A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada pelas investigações como lobista do esquema, também teve habeas corpus aceito pela Justiça. No entanto, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia sido publicado um pedido formal de soltura. O caso teve início com a Operação Falsa Emergência, deflagrada pela Polícia Civil do Tocantins em junho deste ano para investigar irregularidades na contratação da entidade filantrópica Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba. O acordo, oficializado em março de 2026, previa a administração das UPAs Norte e Sul de Palmas por R$ 139,1 milhões. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp As decisões foram concedidas individualmente pelo ministro relator Reynaldo Soares da Fonseca. Ao autorizar a soltura, o magistrado substituiu a prisão preventiva pelas seguintes medidas cautelares: Uso de tornozeleira eletrônica; Proibição de acesso a órgãos públicos; Proibição de manter contato entre si; Comparecimento periódico à Justiça. No caso de Andreis Vicente, a decisão autorizou a convivência familiar e afetiva com a companheira, Cláudia Fernanda. A defesa de Dhieine Caminski afirmou que aguarda as comunicações oficiais para a expedição do alvará de soltura e reiterou confiança no esclarecimento dos fatos ao longo do processo. Já os advogados de Andreis Vicente, destacaram que a decisão garante ao investigado o direito de responder em liberdade e de se defender, ressaltando que ele ainda não havia sido intimado para prestar esclarecimentos. A defesa de Cláudia Fernanda comemorou as decisões: "A legalidade começou a ser restituída", afirmou. Secretária Dhieine Caminski; e o superintendente Andreis Vicente da Costa Reprodução/Prefeitura de Palmas LEIA TAMBÉM: Investigados pela terceirização das UPAs de Palmas têm pedido de liberdade negado Investigados por contrato de R$ 139 milhões na terceirização das UPAs viram réus TCE determina suspensão de contrato de R$ 139 milhões para gestão das UPAs de Palmas Ao analisar os pedidos de habeas corpus, o ministro avaliou que a prisão preventiva não é mais necessária nesta fase do processo. Ele considerou que os investigados já foram exonerados dos cargos públicos, a apuração policial foi concluída, os supostos crimes não envolveram violência e ambos são réus primários com residência fixa. Na decisão sobre a ex-secretária, o relator destacou ainda que o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) havia acrescentado novos fundamentos — como a ordem pública — não presentes no decreto de prisão original de primeira instância, o que é vedado pela jurisprudência dos tribunais superiores. Com a concessão da ordem pelo STJ, a 3ª Vara Criminal de Palmas ficará responsável pela fiscalização direta do cumprimento das medidas cautelares e do monitoramento eletrônico. Os réus devem apresentar defesa prévia no processo, que tramita sob segredo de Justiça. Entenda Os três são investigados pela Polícia Civil e estão presos desde junho. Eles são apontados como os principais suspeitos terem organizado um suposto esquema para a terceirização das UPAs de Palmas pelo no valor de R$ 139 milhões. O inquérito da Polícia Civil foi concluído no dia 20 de junho. Ao todo, dez pessoas foram indiciadas. Elas respondem por crimes como desvio de dinheiro público, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. No dia 27 de junho, eles foram denunciados e viraram réus em ação penal. Contrato suspenso pelo TCE O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o contrato após identificar indícios de irregularidades e por não ver vantagem econômica para a cidade. O órgão deu 60 dias para que a Prefeitura de Palmas reassuma a gestão das UPAs, garantindo que o atendimento aos moradores não seja interrompido. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Prefeitura de Porto Velho divulga resultado das provas de concursos com salários de até R$ 21 mil
    Artigo Seguinte
    Condenado a mais de 14 anos de prisão por atentado violento ao pudor é preso no Piauí

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário