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    Tereza Cristina admite pela 1ª vez possibilidade de ser vice de Flávio Bolsonaro

    1 day ago

    Senadores Tereza Cristina (PP) e Flávio Bolsonaro (PL), ao fundo, em agosto de 2025 Edilson Rodrigues/Agência Senado A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou, em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (30), que ela e o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, conversaram pela primeira vez sobre uma possível composição de chapa para a vice-presidência. O encontro ocorreu na quarta-feira (29), em Brasília. Até a publicação desta reportagem, Flávio Bolsonaro não havia se manifestado publicamente sobre a reunião nem sobre o conteúdo da conversa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp 🔎O nome para a vice-presidência na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL) ainda não foi definido. Enquanto tenta atrair o apoio da federação União-PP e do Republicanos, o PL avaliava possíveis nomes para compor a chapa. A definição foi adiada e depende de negociações entre os partidos e da aprovação das legendas envolvidas, segundo interlocutores. Ela afirmou, no entanto, que nenhuma decisão foi tomada e que uma eventual aliança dependerá de avaliações políticas e negociações entre os partidos. Veja a nota na imagem abaixo: Tereza Cristina admite pela 1ª vez possibilidade de ser vice de Flávio Bolsonaro. Redes sociais/Reprodução Nome para vice em chapa não foi definido Apesar da conversa entre Tereza Cristina e Flávio Bolsonaro, o nome que ocupará a vice-presidência na chapa do PL ainda não foi definido. O partido tenta ampliar aliança para as eleições e busca o apoio do Republicanos e da federação União Brasil-PP, mas as duas siglas têm sinalizado que pretendem manter neutralidade na disputa presidencial e dar autonomia aos diretórios estaduais. Sem um acordo fechado, o PL adiou a definição do vice. Além de Tereza Cristina, também são citados como possíveis nomes a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques, ligada ao Republicanos, e as deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE). Qualquer indicação, porém, depende da aprovação dos partidos envolvidos. Nos bastidores, aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que uma aliança com Republicanos ou com a federação União Brasil-PP ampliaria o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão e reduziria a percepção de isolamento político da candidatura. Agora no g1 Tereza chegou a negar convite Antes da reunião com Flávio Bolsonaro, Tereza Cristina já havia descartado a possibilidade de disputar a vice-presidência. No dia 21 de julho, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, informou ao Blog do Valdo Cruz que a senadora recusou um convite para integrar a chapa presidencial e informou que ela pretendia disputar a presidência do Senado em 2027. Na ocasião, interlocutores da parlamentar disseram que participar da campanha presidencial poderia inviabilizar esse projeto político. Com a recusa, o PL passou a avaliar outros nomes do PP para a vaga de vice, como as deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE). O pré-candidato do PL sempre buscou uma candidata a vice em dos partidos do Centrão, como União Brasil, Progressista ou Republicanos, mas até agora não teve sucesso. Outros nomes cotados No Republicanos, o nome cogitado pelo próprio Flávio Bolsonaro é Daniella Marques, que foi ex-presidente da Caixa Econômica Federal no governo de Bolsonaro, além de assessora especial do ministro da Economia, Paulo Guedes. À época da recusa da senadora, foram cotadas para ocupar a vice de Flávio como representantes do PP as deputadas federais Simone Marchetto (PP-SP) e Clarissa Tercio (PP-PE). Os três partidos do Centrão, neste momento, tendem para a neutralidade, principalmente a federação União Brasil-Progressista. A decisão é explicada por razões de cunho regional, diante da dificuldade de composição de palanques nos estados, mas também pela mágoa do presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PP-PI), com Flávio Bolsonaro. Segundo o coordenador da campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN), o partido vai tentar uma coligação até o último minuto com a federação formada por PP e União Brasil ou com o Republicanos.
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