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    UNIFATRA cria hub de saúde e reúne cursos em campus de Uberlândia

    há 16 horas

    Laboratórios integram a estrutura utilizada pelos estudantes da área da saúde e aproximam o aprendizado acadêmico das situações encontradas na prática profissional. Divulgação A integração entre diferentes áreas da saúde passa a fazer parte, de forma ainda mais próxima, da rotina acadêmica dos estudantes da UNIFATRA. A instituição criou o Hub de Saúde, que passa a funcionar no campus da Avenida Vasconcelos Costa, no Bairro Martins, em Uberlândia. O espaço, que já abriga a Faculdade de Medicina de Uberlândia (FAMEU), também passa a concentrar os demais cursos de graduação da área da saúde oferecidos pela instituição. A proposta é aproximar estudantes de diferentes formações e criar um ambiente de convivência acadêmica, científica e profissional desde os primeiros períodos da graduação. A ideia é que a formação não aconteça de maneira isolada, mas reproduza, ainda durante a universidade, uma característica presente no cotidiano dos serviços de saúde: a atuação conjunta de profissionais de diferentes áreas. Além disso os estudantes de todos os cursos de saúde UNIFATRA passam a contar com os laboratórios super equipados, com equipamentos de última geração, que atendem o curso de Medicina. Atualmente, fazem parte desse ecossistema cursos como Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Biomedicina, Psicologia, Terapia Ocupacional e Gestão Hospitalar. Thiago Rende, coordenador do curso de Enfermagem da UNIFATRA, destaca a importância da integração entre diferentes formações da área da saúde. Divulgação Para Thiago Rende, coordenador do curso de Enfermagem da UNIFATRA, a convivência entre as diferentes formações amplia as possibilidades de aprendizado e prepara os estudantes para uma realidade que encontrarão depois da graduação. “Acreditamos que a integração entre os diferentes cursos da área da saúde traz uma nova perspectiva para a formação dos nossos alunos. O ecossistema em saúde promove uma interação acadêmica, científica e profissional fundamental para que, desde o início da graduação, os estudantes compreendam a importância do trabalho multiprofissional.” Ainda segundo ele, a troca entre as áreas também contribui para que os futuros profissionais compreendam que o cuidado em saúde depende de diferentes conhecimentos e competências. “Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, biomédicos e demais profissionais da saúde precisam aprender a trabalhar juntos, porque é essa realidade que encontrarão no mercado de trabalho. A troca de conhecimentos e experiências contribui diretamente para uma assistência mais segura, humanizada e de qualidade.” Convivência que começa na graduação Estudantes dos diferentes cursos da área da saúde passam a compartilhar o mesmo ambiente acadêmico no campus da Avenida Vasconcelos Costa, no Martins. Divulgação A criação do Hub de Saúde amplia uma característica que já faz parte da proposta pedagógica da UNIFATRA: aproximar o estudante das situações que encontrará na vida profissional. A instituição mantém investimentos em laboratórios e tecnologias voltadas à formação prática, enquanto a FAMEU também desenvolve iniciativas como o Centro de Simulação Realística, atividades de pesquisa, inovação e empreendedorismo e o internato médico. Nesse ambiente, a proposta do Hub é acrescentar uma nova dimensão à experiência acadêmica: a convivência cotidiana com estudantes que estão sendo preparados para outras profissões da mesma área. Mariana Daud, coordenadora de avaliação da FAMEU, ressalta que a convivência com outras áreas amplia a preparação dos futuros médicos. Divulgação Para Mariana Daud, coordenadora de avaliação da FAMEU, essa experiência pode fazer diferença especialmente na formação médica. “Para a formação médica é uma vantagem chegar no mercado com essa construção de relacionamento com outras formações já na bagagem. O médico que a sociedade precisa tem de ouvir mais, relacionar e buscar soluções que venham de uma análise mais ampla. Aqui estamos construindo essa capacidade ainda na formação.” A perspectiva é que a aproximação favoreça não apenas o conhecimento sobre outras profissões, mas também o desenvolvimento de habilidades relacionadas à comunicação, colaboração e tomada de decisões em conjunto. Na prática, estudantes que circulam pelos mesmos ambientes passam a ter mais oportunidades de conhecer a rotina e as competências de outras áreas. A convivência também cria possibilidades para atividades acadêmicas compartilhadas e experiências que aproximem os cursos das demandas encontradas nos serviços de saúde. Da sala de aula para o mundo real João Gonçalves, reitor da UNIFATRA, destaca a conexão entre formação acadêmica, tecnologia e realidade profissional. Divulgação A formação multiprofissional está alinhada a uma estratégia mais ampla da UNIFATRA, que busca combinar conhecimento acadêmico, infraestrutura e contato com a realidade profissional. Para o reitor da instituição, João Gonçalves, a criação do Hub segue uma lógica presente nos diferentes cursos oferecidos pelo grupo. “Essa é uma vertente que a UNIFATRA trabalha em todos seus cursos. Além de aproximarmos os estudantes do mercado de trabalho, também fomentamos o relacionamento deles com seus futuros clientes e pacientes. Investimos muito em tecnologia e laboratórios, mas tudo isso só ganha sentido quando serve ao mundo real. E nele as profissões interagem entre si.” A proposta também dialoga com uma transformação na própria forma de atuação dos profissionais de saúde. Em vez de uma assistência construída de maneira isolada, o atendimento exige cada vez mais comunicação entre diferentes especialidades e capacidade de compreender o paciente a partir de perspectivas complementares. É nesse contexto que o Hub de Saúde passa a ocupar o campus do Bairro Martins: como um espaço de integração entre cursos, pessoas e conhecimentos. Mais do que reunir graduações em um mesmo endereço, a iniciativa busca fazer da convivência parte do processo de formação. A expectativa é que os estudantes cheguem ao mercado não apenas com domínio técnico de suas respectivas áreas, mas também preparados para compartilhar decisões, ouvir outros profissionais e construir soluções de forma conjunta. Como resume Thiago Rende, o objetivo é levar essa experiência para além da estrutura física da instituição: “Nosso objetivo é aproximar cada vez mais o aluno da realidade que ele encontrará na prática, proporcionando experiências realísticas, integração entre os cursos e uma formação conectada às verdadeiras necessidades do sistema de saúde.”
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