Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Zema avalia que governo foi passivo diante de ameaça tarifária dos EUA: 'Lula ficou quieto'

    há 6 horas

    Governo diz que tarifaço é injusto e prepara Lei de Reciprocidade O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) criticou a postura do governo federal em relação às sobretaxas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras em agenda no Rio Grande do Sul. Durante uma entrevista concedida à Rádio Guaíba, em Porto Alegre, Zema afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agiu com passividade diante das tarifas e priorizou a aproximação com países anti-americanos. Na manhã desta sexta-feira (24), Zema se reúne com empresários da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Sul (Fecomércio) 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Para Zema, o governo brasileiro falhou na diplomacia ao questionar o uso do dólar e ao estreitar laços com nações como Venezuela, Cuba e Irã. "O que o Lula fez foi o contrário do que deveria fazer para atender bem um parceiro comercial", criticou o pré-candidato. Para o político, a postura afasta os Estados Unidos, que é o segundo maior parceiro comercial do país. "O Brasil está ficando cada vez mais dependente da China. Isso não é bom", avaliou Zema. Zema também demonstrou apoio à renegociação do débito do Rio Grande do Sul com a União. Ele comparou a situação gaúcha com a de Minas Gerais e afirmou que o governo federal cobra juros insustentáveis, prejudicando entes fundamentais para a economia e a exportação do país. O político defendeu a reestruturação da Petrobras para reduzir o preço dos combustíveis. Em vez de uma privatização tradicional, Zema propõe a divisão da estatal. "Nós vamos fatiar a Petrobras para que haja concorrência", afirmou, argumentando que o monopólio atual prejudica o consumidor. A convenção do partido Novo está marcada para o dia 27, quando o nome de Zema deve ser formalizado. A definição do candidato a vice-presidente, no entanto, ocorrerá até o limite legal de 5 de agosto. O pré-candidato busca aliança com siglas sem candidatura própria e exige que o parceiro de chapa seja "ficha limpa". Zema avalia que carta de Jair Bolsonaro lida por Flávio não foi campanha antecipada Vanessa Rodrigues/A Tribuna Jornal VÍDEOS: Tudo sobre o RS
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Abastecimento de água começa a ser normalizado após falha comprometer operação da ETA II em Rio Branco
    Artigo Seguinte
    Trump retorna ao jantar dos correspondentes três meses após ataque caótico

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário